domingo, 10 de junho de 2007

Could it be Magic

“Mas em quê é que tu pensas durante esse tempo todo?” perguntam-me por vezes perante o facto de eu costumar fazer caminhadas solitárias! Bem, tentando responder a uma pergunta tão estranha, e sendo eu do signo gémeos, para nós (duas pessoas....) é fácil mantermos um dialogo connosco próprios. Vivemos num mundo de sonhos, fazendo os filmes todos! O Steven Spielberg que se cuide....

Durante uma dessas caminhadas esta tarde tive muito tempo para escolher uma musiquinha (para variar....) que espelha o meu actual estado de espírito. Pensei numa bonita balada que me acompanha desde da sua aparição. É dos Showaddywaddy, Maybe maybe maybe, de 1977. Da minha juventude, portanto. Mas só a tenho numa velhinha cassete, na net também não a encontrei. Há apenas um curto excerto numa oferta de venda do álbum desse grupo, o “Red Star”. Para ouvir pelo menos esse pedacinho, clicar aqui e depois no nome da música!

Maybe, maybe maybe, I’ll have you for me….
Talvez, talvez, talvez, eu te terei para mim....

Letra completa

Como não tenho mais registos dessa canção, pensei nos "Take That". Tiveram um rejuvenescimento em 2006 com o álbum “Beautiful World” com o êxito “Patience” e ultimamente com o bonito “Shine”. Pois, anda tudo à volta do mesmo:

Letra dessa canção.

Mas a canção deles que realmente diz quase tudo o que penso neste momento é o “Could it be Magic” do álbum “Take That & Party”, de 1992.

Para não vos maçar muito, fica aqui apenas o refrão, mas com tradução:

Baby I want you come into my arms
Baby quero que venhas ter aos meus braços
Let me feel the wonder of all of you
Deixa-me sentir toda a tua maravilha
Could it be magic now and hold on fast
Poderia ser magia, agora, agarra rapidamente
Could this be the magic at last
Poderia essa ser a magia, finalmente....

Letra completa

Vídeo da canção

Homepage dos Take That


Não se iludem, caros amigos e leitores deste blog, este é o gémeos sonhador que acabou de escrever estas linhas, isto passa! O meu lado realista sabe muitíssimo bem que não terei grandes chances com alguém com uma diferença de idade equivalente à obrigatoriedade de recenseamento! Mas, vale sempre a pena tentar, a única coisa que possa ganhar são mais uns “blues”....

E pronto! Após ter falado muito esta manhã, depois de ter pensado ainda mais esta tarde, chegou a vez de ouvir outros pensamentos, no Pax Julia numa peça de teatro de Shakespeare, o Macbeth, das Produções Próspero. Não é muito vulgar para mim assistir a peças de teatro, e talvez por isso não apreciei a primeira parte deste drama. Mas no fim, após 140 minutos e muitos “mortos”, posso dizer que gostei, principalmente da soberba actuação de João Lagarto. Além desse conhecido actor estiveram em palco mais sete outros actores que se desdobraram em vários papéis. A razoável assistência na plateia penso que também gostou.

Não sei se estou certo com essa minha afirmação, mas parece que há públicos diferentes para os vários estilos de arte que existem. É que, numa comédia, as pessoas estão inquietos, falam e comentam. Mas nessa peça de teatro não se ouvia absolutamente nada, o silêncio que a plateia bem composta conseguia manter até chegou a impressionar....